domingo, 3 de fevereiro de 2013

Em breve estarei voltando, a coisa está cada vez mais descarada no congresso nacional...

sexta-feira, 2 de março de 2012

Para pensar...

 Que homem é esse?

        Ele nasceu entre os homens, poucas referencias temos de sua infância, algumas que foram desprezadas por aqueles que se intitulavam os donos do saber e que se acharam na condição de determinar o que era válido e o que não era, mas que na realidade estavam satisfazendo suas próprias ideias.
        Da adolescência, temos praticamente nenhuma referencia, talvez algum historiador arrisque algum fato, mas que a maioria desconhece. O que sabemos mesmo, ainda assim devemos procurar o significado  na essência das palavras deixadas aos seus ouvintes, sim ouvintes, pois nada deixou escrito, talvez sabendo da condição e da capacidade humana de distorcer o significado das palavras em proveito próprio. Então falava por códigos, usava símbolos, se comunicava por parábolas.
        E para compor sua trajetória, o homem se utilizou de fabulas, criou alegorias e por fim dogmas, para assim se tornar donos  de um  modo de conduzir os que creram nas palavras do nazareno, apossando-se de palavras que não eram suas e as conduzindo conforme seus interesses mais mesquinhos.
        Um império foi formado, todos aqueles que não comungavam com aquelas ideias forjadas por aqueles homens, eram afastados de todas as formas possíveis ate mesmo com a morte. E ele a tudo assistiu, não interviu pois, ciente que seu pai em um ato de suprema misericórdia dotou o homem com o livre arbítrio, mas também o admoestou da responsabilidade que isso trazia, tens o direito de escolher teu caminho, tuas ações. Mas responderas também pelas causas que vierem de tuas escolhas, sofrerás a ação dos efeitos, ou seja todas as ações terão as reações, ou ainda, colherás o que plantares, frutos bons ou maus, dependerá das tuas escolhas.
        E o homem prendeu-se em teias tecidas por ele mesmo, teias de egoísmo, orgulho, ódio, inveja, violência, destruição. Tantas foram as causas e tantos sofrimentos impuseram, que suprimiram os atos dos que utilizaram a liberdade para espalhar o bem.
Mas aquele ser inundado de amor e piedade, deixou-se martirizar no madeiro infame para satisfazer as hordas de maldade que dominava a terra naqueles tempos, mas não sem antes deixar um caminho traçado com sutilezas tantas que para uns era um caminho estreito, e para outros era um caminho invisível, ou talvez inadmissível pois ia de encontro aos prazeres que os vícios e a ganância proporcionavam a aqueles corações insaciáveis.
        Mas ele como um bom semeador, plantou uma semente que germinou em corações férteis, corações que conseguiram captar as nuances mais sutis encontradas nas suas mensagens, e como ele saíram a semear. Muitos não foram compreendidos, foram rechaçados, martirizados pagando com a própria vida, pois a mensagem que levavam feriam de morte o orgulho que dominava o peito daqueles homens, não admitiam palavras que lhes exortavam a serem mansos, humildes, caridosos, misericordiosos, palavras que lhes falavam de um amor que não conseguiam compreender, um amor tão grande que lhes feriam os ouvidos, que nivelavam os homens.
        Não, não podemos admitir isso, como pode um simples servo ser igual ao seu senhor? De modo algum. Então criaram as religiões, e dentro das religiões criaram as hierarquias, os títulos, e por conseguinte o poder da igreja tornou-se quase igual ao do supremo criador, pois decidiam que viveria e quem morreria, esqueceram das palavras ditas pelo carpinteiro, e jogaram-se de encontro com as riquezas que os cargos proporcionavam, ornaram-se de ouro e prata esquecendo da humildade pregada na mensagem, enquanto multidões sofriam sob o açoite da fome e da miséria, caindo no esquecimento a máxima que diz amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
        Sucederam-se os mandatários, surgiram seitas as quais também deram o nome de religiões, religiões essas que se multiplicaram, pois cada cocheiro quer levar sua carruagem pelo caminho que mais lhe convém. O homem cumprindo o que o pai determinou, multiplicou-se sobre a terra, séculos passaram, a semente frutificou mas sempre sufocada pela imprevidência de que os homens são dotados e que os levou ao estado de mortos vivos dos nosso dias. Muitos deixaram de crer, devido aos desmandos cometidos em um santo nome e ao longo dos séculos até os dias de hoje. E devido as atitudes dos orgulhosos que sempre se intitulam os donos da verdade, ainda crucificam aquele que em nada pecou, mas que se fez de cordeiro sacrificando-se para que o ser humano pudesse perceber o quanto seu egoísmo cria abismos em sua jornada sobre o orbe a caminho da evolução moral.
        O pobre homem de hoje, segue não mais o pastor de Nazaré, mas as vicissitudes que o leva ao abismo. A ânsia pelos bens matériais em detrimento da vida espiritual, os levam as doenças do espirito e da carne, as somatizações das frustações, da inveja, da ganância levam os homens a se depararem com doenças degenerativas que afetam não só o campo material, mas também atingem gravemente o campo espiritual, causando grandes males que poderiam ser evitados se fossem seguidos os caminhos que o amor indica.
        E para nos admoestar sobre as dificuldades que poderiam advir das ações impensadas e egoísticas, nosso mestre então deixou a mensagem denominada de Sermão da montanha, o qual podemos confirmar ao prestarmos a atenção nos acontecimentos que nos rodeiam, gerações perdendo-se no vício das drogas, dificuldades de ordem social e política ao redor do planeta, a natureza cobrando o desrespeito com a vida motivado pela ganância, a inteligência a serviço da destruição de vidas ao invés de avançar em caminhos mais construtivos, mas ainda assim ele ama a humanidade com intensidade tal, que anseia pelo tempo em que o homem irá procurar as respostas não mais em caminhos efêmeros, mas sim dentro de si mesmo, e assim e por fim perceberá a importância dessa verdadeira lei de amor que diz : Amarás o senhor teu Deus com toda a tua alma sobre todas as coisas, e ao teu próximo como a ti mesmo, todo o ensinamento de todos os tempos estão contidos nesses dois preceitos.
Um amigo

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Mensagem de um amigo!

REFLEXÕES

       E  Deus criou o mundo, criou tudo sobre a terra, minerais, vegetais e animais. Entre os animais Deus privilegiou o homem com a razão e o LIVRE ARBÍTRIO, ou seja; o direito de decidir suas AÇÕES, mas também, o dever de enfrentar as  REAÇÕES advindas destas. Assim o homem povoou a terra, cresceu e se multiplicou conforme disse o criador, mas Deus não deu documento de posse ao homem de terra nenhuma.
       Organizou-se em grupos, tribos, vilas e por fim nações, mas não se ateve as palavras do criador que disse para o homem retirar seu sustento do suor do seu trabalho, e os fortes subjugaram os mais fracos, surgindo a escravidão e toda a ordem de selvageria, incertezas, sofrimento e perdição. Mas o homem evoluiu, inventou ferramentas, mas principalmente armas para tirar a vida e disseminar o terror entre os povos. E Deus enviou mensageiros para admoestar os homens de que haviam se perdido do caminho, mas eles ignoraram, e continuaram com sua trajetória de desmandos e conquistas sequiosas de sangue e violência.
       Mas Deus em sua infinita misericórdia, enviou seu FILHO para mostrar o caminho que eles haviam perdido, ainda assim, eles ignoraram, e mais se revoltaram, pois tudo que ouviam do enviado de Deus, lhes feriam o orgulho, o egoísmo, a consciência. Não podiam aceitar aquelas palavras, como deixar de ser forte, dominador, conquistador. Como deixar de explorar os menos esclarecidos, os fracos, como deixar de satisfazer sua ganância, suas luxurias, sua sede de poder, para agora, se transformar em pobres de espírito, mansos, misericordiosos, limpos de coração, pacificadores? Não, não podemos abrir mão de nossa posição, de nossos lucros, de nossos vícios...
       Matemos esse homem, e tudo voltará à normalidade. E assim foi feito, novamente escolhe o caminho pelo seu LIVRE ARBÍTRIO. A humanidade continuou sua trajetória, mas agora o homem vendo quão poderosas foram as palavras daquele homem crucificado no Gólgota, apossaram-se delas, e as conduziram conforme seus interesses mais sombrios, desvirtuaram o verdadeiro sentido, a essência das mensagens ao seu  bel prazer, a as trevas recaíram novamente sobre a humanidade.
       O homem continuou sua trajetória evolutiva, conquistou novos conhecimentos, desenvolveu novas ferramentas mas principalmente novos armamentos mais eficazes para tirar a vida e maquinas para torturarem seus semelhantes. Milhões de inocentes pagaram com a vida, o preço dessa evolução científica, que não parou por ai. O homem conquistou, invadiu, se apossou de bens e de terras, criaram e impuseram leis sempre, sob o jugo de poderio armamentista, fizeram guerras tiraram vidas em nome de palavras que não eram suas, mas que se auto promoveram representantes incontestáveis do criador, outra vez utilizando de seu LIVRE ARBÍTRIO. Surgiram  majestades, eminências, excelências, doutores, bacharéis, e todos os tipos de títulos que possam satisfazer o ego de um ser tão pequeno, mas que se considera tão grande.
       A evolução não para, atravessa oceanos por cima e por baixo da água, cruzam os ares em magníficas máquinas voadoras, mas ainda assim as transformam em equipamentos sofisticados para tirarem a vida, e as usam para impor regimes políticos, sistemas de governos, religiões, sistemas monetários, etc. Criam novos alimentos industrializados que intoxicam, remédios que aliviam doenças mas que deixam portas abertas para outras, sempre em busca dos lucros a todo o custo. Enfim, destroem a natureza que lhes foi confiada para criarem suas famílias, na ânsia de obterem cada vez mais lucros e riquezas, agora buscam o supérfluo, a estética corporal, não tem mais tempo para a família, e principalmente para Deus.
       O homem no uso do seu LIVRE ARBÍTRO, destrói a si e seus semelhantes e quando sofrem ou assistem os efeitos de suas ações, então se revoltam e se voltam contra o criador atribuindo-lhe uma culpa que não lhe cabe, pois sofrem o EFEITO DE UMA CAUSA, ou podemos dizer a lei da AÇÃO E REAÇÃO, o homem jamais poderá negar a existência divina, ou culpá-la pelas desgraças que se lhes abatem, mas deverá culpar-se a si mesmo, pois sempre agiu pelo seu LIVRE ARBÍTRIO.
       

                                                                                                             Um amigo

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Jornalista Salete Ramos demitida por falar a verdade


É bem assim mesmo, os CORONÉIS Latinos não conseguem admitir que um cidadão lhes joguem a VERDADE nas fuças, AINDA MAIS UMA FUNCIONÁRIA de uma rede administrada em convênio com o "poder publico", é rua na certa...Mas os Paloccis, os Delúbios, aquele Engenheiro do Serra, e outros tantos salafrários independente de partido político ou de governos, que nos roubam tal qual as instituições financeiras, telefonicas, eletropaulos, sabesps, etc...

quarta-feira, 4 de maio de 2011

ISSO ME DÁ NOJO!!! (A Mosca voltou)


Tenho vontade de vomitar ao ver coisas como essa, mas meu consolo é que Deus também esta vendo!!!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

VOLTA!!!

Tá chegando a hora de escrever aqui novamente!!!
A gente que é mosca sabe...

terça-feira, 9 de novembro de 2010


1.o Salão de artes Plásticas de Embu Guaçu /2010

Artistas Participantes

  • Antonio Donizete Albuquerque  -  Embu Guaçu
  • André Oliveira Silva  -  São Paulo
  • Anna Brazão  -  São Paulo
  • Alessandra Vieira de Moraes  -  Embu Guaçu
  • Alberto Augusto Rodrigues  -  São Paulo
  • Clodomiro Rivelini  -  Embu das Artes
  • Darci Mariano Nunes Junior  -  Embu Guaçu
  • Ellen Valezi  -  São Paulo
  • Francisca de Almeida  -  Embu Guaçu
  • Gil Pery  -  São Paulo
  • Henrique Rainha Soares  -  Embu Guaçu
  • José Vitório Borella -  São Paulo
  • Jamil Pereira  -  São Paulo
  • Janete dos Santos Rodrigues Barbosa  -  Embu Guaçu
  • José Roberto da Silva  -  São Paulo
  • Jaime Trindade de Oliveira  -  Embu das Artes
  • José Carlos Moraes  -  Cabo Frio – Rj
  • Jorgina Helena da Silva Fischer  -  Embu Guaçu
  • Lourde Bernardete Machado  -  Embu das Artes
  • Lia Mara Agnelo Bianchi  -  São Paulo
  • Lukas Phellype Pery  -  São Paulo
  • Mauricio Vieira Urban  -  São Paulo
  • Mônica Moreira de Souza  -  Taubaté
  • Mario C. Ramos  -  Embu das Artes
  • Meire Lopes  -  Embu das artes
  • Marina Reinhold Timm  -  São Paulo
  • Maria do Socorro Silva Pereira  -  São Paulo
  • Mariane Gaioto de Melo  -  Embu Guaçu
  • Marlene Ferreira Pinto  -  Embu Guaçu
  • Maria Kazuku Magawa  -  Embu Guaçu
  • Marly Utrera Felippe  -  Embu Guaçu
  • Nilda Souza  -  São Paulo
  • Natálio Adrião Menezes  -  São Paulo
  • Neide Banjai Zaniquelli  -  Itanhaém
  • Otália Martins da Silva  -  São Paulo
  • Olga Kuskin  -  São Paulo
  • Rodrigo Shodji Suemitsu  -  Embu guaçu
  • Rubens Francisco Generoso  -  São Paulo
  • Sérgio Roberto Miller Figueiredo  -  São Paulo
  • Sandra Regina de Almeida Horta  -  Embu das Artes
  • Thaís Alves da Silva  -  São Paulo
  • Telma Regina Lopes de Souza  -  Embu Guaçu
  • Wagner Ricci Justino  -  Jundiaí
  • William Souza Santos  -  São Paulo  

sábado, 6 de novembro de 2010

1.o Salão de Artes Plásticas de Embu Guaçu

Apartir de hoje, 06/11/10 estão encerradas as inscrições para o 1.o Salão de Artes Plásticas Embu Guaçu.
Desejo muito boa sorte aos participantes!
O Curador.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010







Manifesto em Defesa da Democracia

Numa democracia, nenhum dos Poderes é soberano. Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo. Acima dos políticos estão as instituições, pilares do regime democrático. Hoje, no Brasil, inconformados com a democracia representativa se organizam no governo para solapar o regime democrático. É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais. É inaceitável que militantes partidários tenham convertido órgãos da administração direta, empresas estatais e fundos de pensão em centros de produção de dossiês contra adversários políticos. É lamentável que o Presidente esconda no governo que vemos o governo que não vemos, no qual as relações de compadrio e da fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do país, negando-se a qualquer controle. É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais em valorizar a honestidade. É constrangedor que o Presidente não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas vinte e quatro horas do dia. Não há “depois do expediente” para um Chefe de Estado. É constrangedor também que ele não tenha a compostura de separar o homem de Estado do homem de partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro do cargo, numa manifestação escancarada de abuso de poder político e de uso da máquina oficial em favor de uma candidatura. Ele não vê no “outro” um adversário que deve ser vencido segundo regras, mas um inimigo que tem de ser eliminado. É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e de empresas de comunicação às determinações de um partido político e de seus interesses. É repugnante que essa mesma máquina oficial de publicidade tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo. É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, explicitando o intento de encabrestar o Senado. É deplorável que o mesmo Presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Poder Judiciário. Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para ignorar a Constituição e as leis. Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las. É preciso brecar essa marcha para o autoritarismo. Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade. Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos.


terça-feira, 17 de agosto de 2010


Nº

DADOS DO ARTISTA

01. NOME COMPLETO

02. CPF

03. RG

04. ENDEREÇO

05. BAIRRO

06. CIDADE

07. ESTADO

08. CEP

09. TELEFONE 01

10. TELEFONE 02

11. E-MAIL





DADOS DA OBRA

12. TÍTULO

13. TÉCNICA APLICADA

14. DIMENSÕES (SEM MOLDURA)

13. DIMENSÕES DA OBRA

14. VALOR DA OBRA (PREENCHA CASO DESEJE QUE A OBRA FIQUE À VENDA DURANTE À EXPOSIÇÃO; DO CONTRÁRIO, DEIXE EM BRANCO)


______________________________________ _____________________________________________

DATA ASSINATURA DO ARTÍSTA


_______________________________________________________________

PROTOCOLO

Recebemos do artista ________________________________________________________

A obra intitulada_________________________ para exposição no I salão de Artes Plásticas de Embu-Guaçu.

DATA: _____/________/______

ASSINATURA:_____________________________________________________

(responsável pelo recebimento da obra)

______________________________________________________________________________________



Obra________________________________________________

Nº de inscrição__________

Título_______________________________________________

Dimensões___________________________________________

Técnica_____________________________________________

Ano de execução______________________________________

ValorR$_____________________________________________









1.o Salão de Artes Plásticas de Embu Guaçu/2010


REGULAMENTO

Objetivo

O 1.o Salão de Artes Plásticas de Embu Guaçu, tem como objetivo estabelecer o intercâmbio artístico no município, divulgando os Artistas e suas obras.

I – Inscrições

  1. As inscrições serão realizadas no período de 16 de agosto a 05 de novembro de 2010.

  1. As inscrições poderão ser feitas:

o em impresso próprio (ficha de inscrição ou cópia da mesma), entregues pessoalmente ou via portador na Secretaria de Cultura de Embu-Guaçu, localizado à Pça Ivan Braga de Oliveira, s/n – Centro – Embu-Guaçu, SP de segunda a sexta-feira, das 08h00 às 17h30 ou informações pelo fone:

11 4661-6084

o Escritório João Melo, localizado Rua João Boa Vista, 1020 sala 04

  1. Não haverá taxa de inscrição.

  1. Só serão aceitas inscrições de obras produzidas a partir do ano de 2009.

  1. Cada artista poderá inscrever uma única obra.

  1. Todas as obras deverão ser entregues em perfeito estado impreterivelmente das 10h00 às 17h00 do dia 10de novembro de 2010, mediante recibo, no Centro Cultural 28 de Março, sito à Praça Ivan Braga de Oliveira, s/n - Centro - Embu-Guaçu, SP sob pena de desclassificação.

  1. Não poderão ser inscritas obras de artistas já falecidos.

  1. A simples inscrição do interessado implicará plena aceitação das cláusulas e condições deste regulamento.

9. Ser brasileiro ou, se estrangeiro, estar legalmente domiciliado no Brasil.

  1. As obras em tela poderão ter no máximo 1,50x1,50 m, excluindo molduras, assim como não poderão ser inferiores a 0,40x0,50m, também excluindo molduras, sendo desclassificadas aquelas que não obedecerem às medidas estabelecidas.

10.1Escultura ter no Maximo 0,80 cm x 0,40 cm

10.2Desenho ter no máximo 0,96 cm x 0,66 cm

PARAGRAFO ÚNICO – É vedada a inscrição a qualquer membro da Comissão Organizadora

- Artistas menores de idade, deverão apresentar autorização dos pais ou responsáveis por escrito.

II – Entrega e retirada das obras

  1. Os artistas deverão entregar suas obras conforme descrito no item 6 responsabilizando-se pelo transporte das peças.

  1. O Salão não se responsabilizará por danos que os trabalhos venham a sofrer durante o transporte e o período de exposição, cabendo aos artistas as providências necessárias para garantir a integridade do mesmo.
  2. Os artistas terão 07 dias após o período de encerramento da exposição para retirar suas obras, ou seja até 25/11 – As obras não retiradas em 30 dias passarão a fazer parte do acervo da Secretaria Municipal de Cultura.

IV – Exposições

  1. A exposição será realizada no Centro Cultural 28 de Março, no período de14 a 18 de novembro de 2010, das 9h00 às 18h00 .

  1. Haverá vernissage de premiação no dia 13 de novembro de 2010, das 18h00 as 21h00 no salão de atos do Centro Cultural 28 de Março, mediante a convite cada artista receberá 05 convites.

V – Premiações

O julgamento dos trabalhos será realizada em etapa única por uma comissão composta por número ímpar de jurados, dentro dos seguintes critérios, nessa ordem: criatividade, expressividade e técnica.

  1. Será concedido prêmio para o primeiro colocado - prêmio Zerlinda Scigliano Alves -, a critério do júri, no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais).

  1. Será concedido prêmio para o segundo colocado - prêmio Jean Albert , a critério do júri, no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais).

  1. Será concedido prêmio para o terceiro colocado – prêmio Cidade de Embu Guaçu, a critério do júri, no valor de R$ 400,00 (quatrocentos).

  1. Será concedido prêmio para o melhor artista do município - prêmio Secretaria de Cultura-, a critério do júri, no valor de R$ 300,00 (trezentos reais).

  1. Será concedido três menções honrosas.

  1. Todos os artistas receberão certificado de participação.

  1. Os prêmios serão pagos 07 (sete) dias úteis após o vernissage de premiação, mediante recibo na Secretaria de Cultura.

  1. Os prêmios não retirados em até 30 (trinta) dias após o vernissage de premiação serão encaminhados para uma instituição beneficente, a critério dos organizadores.

VI – Disposições gerais

  1. As obras não poderão ser retiradas ou alteradas antes do encerramento do I Salão de Artes Plásticas de Embu - Guaçu.

  1. Imagens de todas as obras poderão ser utilizadas pela e pela Prefeitura Municipal de Embu-Guaçu – Secretaria de Cultura para divulgação do evento em toda a mídia.

  1. As decisões das Comissões de Seleção e Premiação são irrecorríveis e irretratáveis.

  1. Os casos omissos nesse regulamento serão resolvidos pela Comissão Organizadora e serão incontestáveis.

  1. Ao assinar a ficha de inscrição o artista estará concordando com todos os itens deste regulamento.